Os problemas provocados por ações ou falta delas nas secretarias de saúde, educação e trânsito, foram os grandes vilões da avaliação negativa da administração de Vladimir Azevedo.
A ferrenha oposição exercida pelos vereadores Edson Sousa (PDT) e Heloisa Cerri (PV) durante todo ano de 2010, transmitida ao vivo pela TV Câmara, com audiência estimada de cerca de 20 mil telespectadores, contribui bastante para o desgaste.
As idas e vindas de várias ações, criaram desgaste na imagem do prefeito. A questão do lixo e aterro sanitário; Fechamento dos Cemei´s e do EJA; Fechamento do centro de reabilitação, divulgação de gasto com publicidade; Compra do terreno da Faced; Mudança no roteiro da cavalgada da Divinaexpo; CPI do desvio de pedras poliédricas; A indústria das multas de trânsito, tão propagada pela oposição e reverberada por toda população; Os diversos problemas de atendimento e mortes ocorridas no Pronto Socorro; Atraso no pagamento de fornecedores; Problema salarial dos professores municipais, gerando até passeata na principal via da cidade; As mais diversas Audiências Públicas convocadas pelos vereadores, colocando o governo no centro das atenções.
Segundo alguns especialistas e analistas políticos, o problema do governo Vladimir Azevedo, não é ele especificamente, é da equipe que ele montou. Mas se foi ele quem montou, passa a ser dele. É falta de autoridade, a gestão teria sido terceirizada para o vice prefeito, Francisco Martins (PDT) e o deputado Domingos Sávio (PSDB).
Com a eleição de Domingos e a derrota de Francisco Martins. Afirmam, a fatura política do compromisso estaria liquidada, possibilitando que Vladimir Azevedo assuma o governo de Divinópolis em 2011 e trace um novo rumo administrativo para o município.






