Secretaria Municipal de Saúde de #Divinópolis confirma caso de leishmaniose visceral em humano

Publicado por: suporte

De acordo com informações da Prefeitura, a Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis recebeu notificação do primeiro caso suspeito de leishmaniose visceral este ano no município. O caso suspeito é de um rapaz de 22 anos, residente no bairro Dona Rosa. O caso está sendo investigado pela Vigilância Epidemiológica. A notificação de suspeita da doença coloca em alerta os profissionais da área de saúde sanitária. A secretaria já iniciou os procedimentos para reforçar o trabalho de contenção da doença. A equipe de bloqueio da Vigilância Ambiental já iniciou as ações de combate ao mosquito transmissor da doença na região. As investigações quanto à possível contaminação de cães serão iniciadas, para conhecimento da prevalência na região e realização da eutanásia nos cães infectados – A leishmaniose é uma doença infecciosa causada por parasitas do gênero Leishmania. Os casos mais frequentes registrados têm como transmissor e hospedeiros o mosquito palha e os cães, respectivamente. Do cão pode ser transmitida para o ser humano. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo – Há dois tipos de leishmaniose: a visceral, que é uma doença sistêmica, pois acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano – O outro tipo é a leishmaniose tegumentar ou cutânea, que caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior frequência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta – A prevenção passa pelo controle do vetor (mosquito), eliminação dos reservatórios contaminados (cães) e educação em saúde. 

• Evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata.
• Evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata.
• Utilizar repelentes na pele.
• Usar mosquiteiros para dormir.
• Usar telas protetoras em janelas e portas.
• Não se expor nos horários de atividade do mosquito (crepúsculo e noite).
• Limpeza dos ambientes, destino adequado ao lixo orgânico, eliminação de fontes de umidade.
• Uso de telas nos canis, coleiras nos cães, impregnadas com deltametrina a 4%.


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