Durante o pronunciamento do vereador Cleitinho, nesta quinta (04) ele citou o problema de uma mãe que estava no plenário, e que vive um grande drama, ou melhor uma verdadeira tragédia familiar de saúde, pois tem uma filha de 15 anos que é atendida no Instituo Helena Antipoff, e é portadora de uma rara síndrome, a de “Prader-Willi”, que tem como característica a constante sensação de fome, fome insaciável, que se não for medicada com um remédio especial para o mal de Alzheimer, já que não existe remédio especifico para a própria síndrome, ela se autoflagela tirando pedaços do seu próprio corpo para comer – A mãe afirma que mesmo com ordem judicial e com uma ação que foi impetrada contra a Prefeitura, o setor responsável da SEMUSA que deveria comprar o remédio diz estar com dificuldades, pois segundo, informações dos próprios, o representante do laboratório afirma que não compensa vir a Divinópolis para atender um único caso – Com isso, desde outubro que a criança não recebe a medicação e vem se autoflagelando. A situação só não é mais drástica por que Flavia conseguiu através de doações de amigos e familiares ela está conseguindo manter a medicação, mas não no nível necessário – Com a deficiência das dosagens a criança está toda machucada, chegando a ter buracos no corpo, por que ele se come – Há alguns meses uma criança morreu em consequência da falta de um leite especial, será que a Prefeitura vai deixar que outra criança também morra? Tomando providências quando não existe mais tempo de salvá-la, como ocorreu com a anterior.