Vereador em pronunciamento lembra o “DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA”, que ocorreu no último domingo (20)

Publicado por: suporte

O vereador Adilson Quadros (PSDB) em seu pronunciamento nesta última terça (22), na Câmara Municipal de Divinópolis, lembrou do “DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA” que foi comemorado no último domingo, dia 20 – O Dia foi criado em 2003, e é uma ocasião dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade, e essa data foi escolhida por se o dia da morte do líder negro “Zumbi dos Palmares” – Adilson afirmou que a sociedade precisa sempre fazer uma reflexão sobre a importância da cultura africana na vida do Brasil, e do preconceito que ainda existe – Conheça um pouco sobre a data e o seu principal personagem:  

Zumbi dos Palmares, nasceu na Serra da Barriga, Capitania de Pernambuco, atual União dos Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado ‘Francisco’, Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa – Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco, cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita pelo líder, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares.

Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi traído por António Soares, e surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto (talvez a Serra Dois Irmãos). Apunhalado, resiste, mas é morto com vinte guerreiros quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de 1695.

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Teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo de Castro. Em Recife, foi exposta a cabeça em praça pública no Pátio do Carmo, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.

Em 14 de março de 1696 o governador de Pernambuco, Caetano de Melo de Castro escreveu ao Rei: “Determinei que pusessem sua cabeça em um poste no lugar mais público desta praça, para satisfazer os ofendidos e justamente queixosos e atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam Zumbi um imortal. 


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