Todos os 17 (dezessete) vereadores da Câmara de Divinópolis, receberam nesta quarta-feira (20), oficio do Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, por seu promotor de Justiça Gilberto Osório Resende, o oficio número 998/PP/16, comunicando a instauração do procedimento investigatório criminal número 0223.16.001275-1, para apurar a suposta pratica de corrupção passiva e corrupção ativa por parte dos assessores parlamentares e vereadores da Casa Legislativa – Está é a segunda vez nos últimos dias que o MP investiga a Câmara de Divinópolis, na última sexta-feira (15), vários agentes públicos do órgão ministerial esteve nas dependências do Legislativo para verificar os horários de trabalho dos assessores de gabinetes dos vereadores – A desconfiança da instauração desta investigação, repete um caso que ocorreu em 2014 na própria Câmara de Divinópolis, quando o MP também investigou uma prática que é muito falada à “boca pequena”, mas de difícil comprovação, pois os dois lados “morrem” mas não falam, pois é conveniente para ambos. Porém não é novidade em qualquer ambiente Legislativo, quer seja municipal, estadual e federal, que é o famoso “RACHILD”, que consiste na prática de um servidor nem tão qualificado profissionalmente, dividir o seu salário com o parlamentar. A lógica é simples. Um assessor que na iniciativa privada não conseguiriam ter um ganho, por exemplo de R$ 5 mil. Ele, em tese, pode repassar para o vereador R$ 1,5 mil e ficar com o restante, que também é significativo, se levar em consideração sua qualificação profissional e a demanda do mercado – O G1, noticiou que em outubro de 2015, o MP do Espirito Santo também investigou um esquema semelhante “Rachild” na Câmara de Colatina.
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