Com Governo agora petista, prefeito tucano promete pressionar Estado para conclusão das obras do Hospital Regional

Publicado por: suporte

O chefe do executivo municipal, o prefeito Vladimir Azevedo (PSDB), acompanhando do seu vice, Rodrigo Resende (PSD), da secretária de Saúde, Kênia Carvalho, de outros prefeitos da região, membros do Conselho Municipal de Saúde, e lideranças sociais, política e de saúde foi realizada na manhã desta terça-feira (28/06) mais uma visita técnica as obras de construção do Hospital Público Divino Espírito Santo no bairro Realengo – Durante a visita desta terça-feira (28/06) o prefeito peessedebista, subiu o tom e não poupou críticas devido ao atraso nas obra iniciada em 2010, lembrando que na época do lançamento o governador de Minas era Aécio Neves. Vladimir ressaltou que a construção para ser executada depende essencialmente dos repasses vindos do governo estadual. “A agenda que estamos tendo hoje ou até mesmo antes de hoje seria já a inauguração, ver a funcionalidade desse hospital público. Infelizmente a gente vive no Brasil e cada vez mais umas há uma omissão por parte do Estado e União, principalmente no que tange as questões da saúde, em que passam o problema e o município que o resolva”, criticou Vladimir.

Assinatura
Para garantir a conclusão da obra o prefeito Vladimir Azevedo assinou o edital de licitação para a última etapa das obras do Hospital Público Regional. Para a liberação dos recursos que ainda faltam, o prefeito promete pressionar o Estado e para isso contará com a participação de outros municípios beneficiados com a conclusão do hospital público.

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“Temos que ter uma união dos prefeitos e ir ao Estado lutar por essa obra que não é uma obra política. É uma obra para a saúde da região e para que ela seja o caminho, a solução, temos que lutar para ocorrer o término das obras e isso só vai ocorrer se nos unirmos. Proponho, aqui, fazermos uma caravana com prefeitos da região para ir ao Governo de Minas e pressionar. Aqui não é um problema mais de verba, porque já está empenhado e existe dinheiro determinado, o problema é questão política de querer fazer e querer terminar”, argumenta o prefeito da cidade de Cláudio, José Rodrigues Araújo.

A ideia ganhou ressonância e a expectativa é que via Semusa e Cisvi seja realizado contato com prefeitos da região propondo ir a Belo Horizonte e reivindicar a liberação de novos recursos para a conclusão do hospital público. Dos R$ 35 milhões que faltam para a finalização da obra, R$ 15 milhões já estão conveniados.

Cobrança

O deputado federal Domingos Sávio que acompanha a execução da obra desde o início e trabalhou junto ao Estado e União para a liberação de recursos também fez criticas ao ritmo atual da obra do hospital público.

“O hospital regional é público. Ninguém tem o direito de dizer que isso aqui vai ser um elefante branco, a menos que esteja jogando contra o interesse público. O Hospital Regional Divino Espírito Santo é patrimônio do povo e está com praticamente 90% das obras concluídas”, destacou o deputado.

O presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Divinópolis, Edmilson Andrade (PT), também fez coro ao destacar a urgência do termino desta obra. “Teremos sim, e eu também faço coro, de fazer uma frente com todos os prefeitos da região e secretários de saúde. Com a nossa união junto ao Governo de Minas futuramente podemos ter uma estrutura bem grande para podermos ter este hospital funcionando”, disse o vereador.

Entre as autoridades que participaram da visita técnica ao Hospital Regional Divino Espírito Santo, estiveram os prefeitos Toninho André (São Gonçalo do Pará) e Geraldo Cardoso (Camacho). Os vereadores Rodrigo Kaboja, Adilson Quadros, José Wilson, Rodyson Kristnamurti e Nilmar Eustáquio. E Edmilson Andrade (PT)

“Estamos fazendo tudo que nos cabe, todo o arranjo jurídico, a modelagem orçamentária e assistencial, fluxo de obra e de engenharia. O que falta é o comprometimento por parte do Governo do Estado o que lhe cabe neste processo. Esse é o único hospital público que será referenciado para uma população de um milhão e meio de habitantes. Sem o comprometimento financeiro, é a parte que cabe ao Estado, a obra fica comprometida”, finalizou Vladimir.

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Com informações da Diretoria de Comunicação da PMD

 

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