Segundo matéria publicada pelo Jornal Agora, na edição desta última terça (20), com reportagem de Ana Luisa Sousa, como já era previsível e o mercado aguardava que que isso ocorresse a qualquer momento, apesar dos sucessivos comunicados e desmentidos por parte da direção do hospital, que é quem de fato administra o plano, na pessoa do superintendente, Afrânio Emilio, a Agência Nacional de Saúde, determinou, conforme informações do jornal, que através da Resolução Operacional , RO 2009, datado em 31 de março deste ano que a Fundação Irmão Diamantino, deveria negociar a transferência de sua carteira de beneficiários, no prazo de 15 dias, fato este que não ocorreu. Com isso a partir de então a ANS poderá ofertar para que outras operadoras que estejam interessadas encampem o plano, mantendo todos os direitos dos beneficiários, que no mercado se dá o nome de “comprar a carência”, todos os direitos a todos os tipos de serviços, são mantidos – Como sempre, e é uma característica dos gestores do HSJD, a falta de transparência com a sociedade, há meses, talvez anos nenhum hospital do município, como o Santa Lúcia, o Santa Mônica e o São Judas, além da maioria dos profissionais médicos da cidade atendiam mais o plano. Contudo, a informação ficava oculta e mascarada. Como a gestão é a mesma do hospital, a sociedade também teme que a qualquer momento, mesmo com as sucessivas injeções de recursos, tanto por parte do Estado, União e o Município, que a qualquer momento, mais cedo ou mais tarde, a situação chegue no mesmo ponto, da inviabilização operacional do hospital – Quando a Dictum assumiu, o plano possuía mais de 40 mil vidas, agora, de acordo com informações do site da ANS, com dados de março, são apenas 10.808 vidas na Fundação Irmão Diamantino, que foi criada como uma estratégia para desmembrar o plano da Fundação Geraldo Correa – No início, assim que a DICTUM chegou como interventora do HSJD, nomeada que foi pelo Ministério Público, ao se constatar a caótica situação financeira, o plano chegou a ser oferecido à Unimed, segundo o superintendente do plano, Evangelista José Miguel por um preço fora da realidade, em consequência dos péssimos contratos que foram feitos no passado, de vendas agressivas de planos. Os contratos eram fechados com empresas e mesmo com particulares, a “preço de banana”, daí veio a situação e o sinal que o plano no futuro iria quebra, era só esperar. De forma indireta Unimed foi a empresa que no varejo, um a um, quem mais captou vidas do HSJD, embora os demais também o tenham feito. Agora é só aguardar e o restante dos cerca de 8 mi,l cairão no colo de qualquer uma das operadoras da saúde – Como o mercado diz, “aí está mais uma prova da incapacidade de administração do pessoal da DICTUM”.
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