Há tempos vem se falando na venda do plano de saúde próprio do hospital. Segundo ilações do mercado haviam duas empresas que queriam comprar o plano, uma delas era a UNIMED e outra uma empresa de São Paulo que se associaria à Prontomed para ficar com o plano.
A última informação é que o valor inicial que a UNIMED teria oferecido se reduziu de forma drástica e fez com que os gestores intervencionistas do hospital recuassem e o grupo paulista teria desistido.
Este mesmo médico disse que não dá certo que entidades filantrópicas, como é o caso do HSJD, que é uma fundação, não dá certo administrar planos de saúde, e que todos os hospitais, citando como exemplo as Santas Casas, abandonaram a idéia de ter planos próprios de saúde.
No caso da tabela SUS, recentemente o Hospital São João de Deus, conseguiu um aumento do seu valor. Mas, mesmo assim não é lá essas coisas. O problema central é que na gestão do ex-frei Ronan o plano de saúde foi inflado com vendas ruins. Fora da realidade do preço de mercado dos planos de saúde. E, atualmente na carteira do plano de saúde existem cerca de 60 mil associados, contudo, o valor pago é deficitário.
“Não adianta deputados ficarem arrumando R$ 1 milhão pra cá, R$ 1 milhão pra lá, enquanto tiver R$ 1,5 milhão de real de prejuízo causado pelo plano, não rola”, afirmou o médico.


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