A culpa e a vergonha podem ocasionalmente acometer o paciente com fibromialgia, acima de tudo porque suas manifestações não apresentam respaldo objetivo por meio de exames. Sentimentos que acarretem derrota devem ser substituídos por atitudes positivas e construtivas.
A depressão leva o indivíduo a perder o interesse pela vida e pela própria condição. Todos os sintomas descritos acima podem estar associados ao quadro. A deficiência de serotonina no sistema nervoso, que justifica a redução no limiar de dor na fibromialgia, pode também estar envolvida nas manifestações depressivas.
Tendências perfeccionistas são comumente observadas em pacientes com fibromialgia, os quais antes do início dos sintomas eram muito ativos do ponto de vista profissional ou comunitário. Esse quadro deve ser diferenciado do comportamento obsessivo-compulsivo, o qual não se associa com a fibromialgia. A fadiga impede o paciente de realizar as inúmeras atividades às quais ele se propõe e isso gera um temor de sofrer rejeição ou crítica.
A procura de soluções
A busca de técnicas que diminuam o estresse, aumentem a capacidade do paciente lidar com a fibromialgia, a autoestima e a capacidade de interação dos pacientes tem sido objeto de interesse de vários estudiosos.
Nesse contexto, a LEMETERAPIA vem para oferecer para o paciente o resgate da qualidade de vida, onde o mesmo conseguira realizar suas atividades de vida diária sem os incômodos musculares causados pela fibromialgia.
Thais de Almeida Eufrásio orienta que as pessoas que sofrem com a fibromialgia marque já sua avaliação, para que possam iniciar o tratamento o quanto antes e assim começar a desfrutar dos benefícios da LEMETERAPIA .
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