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O que motivou os vereadores a votarem rapidamente foi a pressão do prazo, pois se o mesmo vencesse, o município ficaria sem receber repasse do Governo Federal para a educação, e não dá para ficar pior do que já está.
A ideologia de gênero, como disse o vereador Marcos Vinicius, tem a interpretação que toda criança nasce sem a definição sexual, se é masculino ou feminino, a definição só ocorrerá com o passar do tempo, com o decorrer da vida que ela vai escolher que sexo é, se é homem ou mulher, ou outra opção.
“Isto é preocupante, por que a criança não tem estrutura de tomar decisão na sua mais tenra idade, conforme eles querem – Mas eles querem a todo custo criar uma nova ordem. Crianças serão induzidas através da mídia, como já estão, influenciadas pelos artistas, através dos programas televisivos, através de massa e querem agora através da educação, nas nossas escolas”, afirmou o edil
Marcos contou o caso de um garoto de uma escola, não especificou em que local, mas que já está adotando a ideologia de gêneros, em que as placas de identificação dos banheiros foram retiradas, e o menino querendo fazer xixi, não quis ficar constrangido de entrar no banheiro que algumas meninas também estavam usando e ele terminou por fazer nas calças. Foi ridicularizado e sofreu bulling.
O Plano Municipal de Educação de Divinópolis para o decênio 2015 a 2024, foi votado na Câmara no dia 28 de maio e aprovado por todos os 16 vereadores, exceto o presidente, que só vota em casos especiais e para desempatar a votação, como voto de minerva.
O texto que passou despercebido pelos vereadores, é mesmo de difícil entendimento, está no capítulo VII, que evidencia a “DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO”, mais especificamente no item IV – Diretrizes, quando o texto diz: “Tratar a questão racial e as QUESTÕES DE GÊNERO, etnias, dos grupos GLBT, das pessoas com deficiência, dos indígenas, de outros grupos socioculturais como conteúdo, multidisciplinares durante o ano letivo”.
O fato da Lei ter sido aprovada, em tese, em um primeiro momento não representaria nenhum risco, já que o item especifico da “QUESTÃO DE GENERO”, teria que ser regulamentado (explicar em detalhes, como seria sua aplicação). Contudo, como houve uma movimentação dos líderes religiosos do município, tanto no meio católico, quanto no evangélico, que já estiveram inclusive com o prefeito Vladimir Azevedo, solicitando que ao sancionar a lei, ele vete esta parte. E com a concordância do chefe do Executivo, não existe mais nenhum risco.
CLIQUE AQUI E VEJA O PLANO DECENAL DE EDUCAÇÃO NA ÍNTEGRA
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