Aurylio Guimarães, foi quem mais deu detalhes sobre o seu empreendimento privado, CIDADE TECNOLÓGICA. Disse que ao redor das duas instituições de ensino que lá se instalarão, a UFSJD e o CEFET deverão ser criados empreendimentos como condomínios residenciais e
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prédios que servirão como moradias para os estudantes dos dois campus universitários, que que também terão áreas comerciais e industriais de alta tecnologia. Deixou claro, também que os investimentos em áreas residenciais só poderão ocorrer após a viabilização das áreas comerciais, residenciais e de ensino. Respondendo a uma pergunta do Divinews o empreendimento, segundo ele, não corre o risco de virar somente uma especulação imobiliária, com a construções previas de condomínios residenciais.
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O presidente da INTERPAR, empresa criada por Aurylio Guimarães para o empreendimento, da qual é o presidente, criticou que Divinópolis está parada no tempo com relação a investimentos, e muito pelo contrário tem é perdido muitas empresas. E o governo estadual e federal querem incentivar isto, por essa razão o seu entusiasmo com a CIDADE TECNOLOGICA. E citou como exemplos de sucessos deste tipo de empreendimento o Vale do Silício nos Estados Unidos e a China com os eletroeletrônicos.
O alento que Aurylio passou em sua entrevista foi que, embora não exista ainda nenhuma empresa prospectada para a CIDADE TECNOLÓGICA, ele acredita que assim que as universidades estiverem funcionando, elas aparecerão com certeza. Contou que existem empresas internacionais mantendo contatos com ele, de Portugal e da Espanha. Mas que elas só chegarão depois que houver uma infraestrutura. E reclamou que a situação no Brasil é muito morosa, só com a Prefeitura foram gastos 4 anos de negociação e alguns meses com a Câmara para que o projeto fosse aprovado.
O prefeito de Divinópolis deixou claro que a CIDADE TECNOLÓGICA é privado e que espera que o projeto fique pronto para ser feito o zoneamento interno do local e ainda que a área total da CT é de 4,7 milhões de metros quadrados e que no auge da sua operacionalização, ou seja, quando estiver pronta vai gerar cerca de cinco mil empregos.
Com muito otimismo os representantes da UFSJ e do CEFET, afirmaram que já em 2017 poderão implantar cursos em diversas áreas no local. Entre eles estão os cursos de veterinária e três cursos de engenharia, sendo um de ferrovias. O pensamento positivo do diretor da UFSJ, é tamanho que até já previu um vestibular em 2016 para a unidade da CIDADE TECNOLOGICA.
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