A oposição nasceu dentro da própria atual diretoria, insatisfeita com os rumos que o sindicato tomou após a vitória. E uma delas, segundo a fala de vários componentes da CHAPA 2 e de muito servidores que não fazem sequer parte da diretoria, é o poder de decisão do médico Alberto Gigante, diretor de relações sindicais, que em muitos momentos chegar a superar a voz do presidente, João Madeira, que em alguns momentos esteve bastante ausente.
Outro ponto negativo, apontado pela oposição (CHAPA 2) é que a atual diretoria em suas campanhas por salários, não ter conseguido aumento de salário real para a categoria. Eles dizem que não adianta ter somente um sindicato organizado e bem administrado, se o principal objetivo, que são os benefícios para a categoria, não são alcançados.
Membros da Chapa 2 e muitas outras pessoas, não entendem direito o posicionamento do líder sindical, Alberto Gigante, e chegam a desconfiar da sua atuação, já que na eleição de 2008, ele apoiou abertamente, aparecendo inclusive em um vídeo, em que dava o aval para eleger o prefeito Vladimir Azevedo. Supõem-se que se mudança abrupta de apoiador para oposição, seria por que ele não foi atendido em indicações de nomes para compor o governo de Vladimir em seu primeiro mandato.
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