Segundo algumas fontes, estiveram presentes na reunião de sexta-feira (28), no consultório da Dra. Roseli Martins, cerca dezessete médicos, até alguns que já haviam se afastado e não estavam mais dispostos a retroceder de suas decisões, mas diante do apelo de lideranças democráticas e que sabem dialogar com a categoria, acabaram por ceder, mais em nome de reestabelecer o caos da obstetrícia e atender a cidade, que por qualquer outro motivo, segundo opinião geral.
Disseram que tudo, o fechamento definitivo não está mais nas mãos deles, vai depender também da boa vontade das partes que estão ligadas diretamente à “gestão” da saúde no município. Montar a escala, eles conseguiram montar e ninguém poderá capitalizar politicamente o feito.
Restará à Comissão de Crise ouvir e avaliar a contraproposta que o grupo de médicos vai apresentar. Pois a proposta que foi apresentada anteriormente e individualmente, na última quinta (27) e sexta (28) não satisfez a categoria, tanto no aspecto técnico, que deixava a desejar, quanto no aspecto financeiro.
![]() |
![]() |





.jpg)

.jpg)
