Ainda segundo relato de Tarabal, depois da constatação de que não havia oxigênio na UPA, os pacientes M.N.C. e C.R, após terem passado por todo um procedimento clinico de emergência, propicio para aquela situação, que foi o uso de um respirador manual usando o AMBU, os dois morreram, um após o outro, em um intervalo de cinco minutos.
Segundo Jorge Abdala Tarabal, após a morte dos dois pacientes, o Dr. Pablo, médico de plantão no dia, procurou o delegado do Conselho Regional para relatar o ocorrido.
Faz-se uma necessária pergunta: a se confirmar a denúncia feita no Ministério Público pelo CRM. No contrato entre a Prefeitura e a Organização Social que é a Santa Casa de Formiga, quem seria responsabilizado pelo controle do estoque do oxigênio? Quem responderia judicialmente, o gestor máximo do município, o prefeito Vladimir Azevedo? Ou o gestor da OS, o médico Geraldo Couto?
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