O grupo defende que o número excessivo de candidatos a vagas no Legislativo pode prejudicar a representatividade política da região. Eles temem, por exemplo que, Divinópolis mesmo com um colégio eleitoral, de 154.376 eleitores não consiga construir uma bancada expressiva na Assembleia Legislativa. Deram como exemplo a eleição de 2010, que o município com o índice de comparecimento de 87,16% conseguiu eleger apenas um deputado. “Não podemos nos dar ao luxo, por interesses partidários e pessoais, de desperdiçar a oportunidade de construir uma bancada expressiva no Legislativo. Nossa intenção é tentar buscar mecanismos suficientes para sejamos bem representados”, afirma Afonso Gonzaga, presidente da FIEMG.
Ainda de acordo com as entidades, o objetivo é apoiar candidatos que apresentem novos projetos, que vão além de questões como saúde, educação e segurança pública. Estas são consequências do processo de desenvolvimento econômico, tendo em vista que são as empresas que geram as riquezas para que o Governo possa investir.
As entidades querem programar uma nova reunião e ampliar a discussão criando uma agenda para a participação da sociedade e dos próprios candidatos.
![]() Da esquerda para a direita, Rogerio Aquino (CDL), Afonso Gonzaga (FIEMG), Carlos Moacir (ACID) e Antônio Rodrigues (Sinvesd) |







