Compondo o cenário de um caos urbano, estiveram presentes dezenas de camelôs marreteiros vendendo tudo quando é tipo de quinquilharia, mudas de plantas, camisas e outros objetos da seleção brasileira, vendedores de cartelas da Centro-Oeste CAP, vendedores de cartões e planos de telefonia celular. Além de buracos recém abertos que impediam o fluxo normal dos pedestres, buracos fechados em desnível, com pedras soltas que causaram algumas quedas ou tropeção, principalmente das pessoas com mais dificuldade de locomoção, como os idosos. Tinha também sacos de lixos que as lojas colocaram nas calçadas em horários inapropriados. Para completar tinha ainda catadores de papelão que estacionaram seus carrinhos de coletas em cima da calçada.
No meio do caos, uma gari, utopicamente tentava limpar um trecho da Rua Goiás, em uma cena surrealista de limpar o que não tinha jeito.
Os carros buzinavam numa tentativa de fazer o trânsito fluir. Alguns agentes de trânsito multavam os infratores que insistiam em parar em locais proibidos. Os motoristas reclamavam por que foram multados e xingavam. Adivinhem quem? Não era os agentes não. E sim o prefeito.
Foi verdadeiramente um dia de caos, ainda bem que não tinha ninguém surtado tal qual no filme um dia de fúria.
![]() |
![]() |
![]() |







.jpg)

