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Para o ambientalista Jairo Gomes a Prefeitura está dando é desculpas, aguardando a época das chuvas para que naturalmente os aguapés sejam empurrados rio abaixo, mas que isto só vai acontecer a partir de dezembro, que o período de chuvas mais intensas. Até lá, o rio continuará a “sofrer”.
Porque se eles quisessem mesmo retirar, existem várias formas, e uma delas seria a utilização de uma máquina (guindaste) posicionado na praça Candidés, antes da ponte do Niterói, que com uma haste longa, retiraria os aguapés do leito do rio.
Quanto aos ataques dos carrapatos, Jairo afirma que existem roupas especiais de TNT que protegeriam os funcionários envolvidos na operação, isto além do uso de repelentes, e o problema estaria solucionado.
“Mas do jeito que eles estavam fazendo, empurrando os aguapés para depois da barragem do Niterói e não os retirando do rio, estão mudando o problema de endereço, por que a vegetação ficaria parada nas margens do rio gerando chorume que depois iria cair novamente dentro do rio”.
O Divinews entrou em contato com a diretoria de comunicação da prefeitura, e obteve do secretário adjunto, Evandro Araujo, a confirmação dos problemas dos carrapatos, mas que não teria sido só isto. A administração precisou também da mão de obra dos funcionários que estavam alocados na retiradas dos aguapés para que eles trabalhassem na organização das festividades do aniversário do município. Aliado ao fato da administração estar aguardando uma resposta do IEF (Instituto Estadual de Florestas) para retirar as capivaras das margens do rio, mas como está demorando, o serviço deverá ser retomado a qualquer momento.







