O juiz possivelmente meio tucano, já que é filho de um de alta plumagem caiu em desgraça quando por supostas “regalias” concedidas aos presos cometeu um deslize ao questionar diretamente o governador Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, sem ter competência legal para tanto. Na resposta, Agnelo pontuou que o juiz não apresentou qualquer indício e ainda violou a lei, uma vez que não teria “jurisdição” sobre um governador de Estado.
Bruno afirmou em entrevista para outros órgão da imprensa que ficará afastado desse caso pelo menos até que seja concluída apuração sobre suposta infração disciplinar dele.
“Declaro-me suspeito por motivo de foro íntimo relativamente às execuções penais envolvendo os sentenciados da Ação Penal nº 470/STF (art. 135, parágrafo único, do CPC, aplicável por analogia), pelo menos até a manifestação conclusiva acerca da suposta infração disciplinar consistente em solicitar informações ao Augusto Chefe do Poder Executivo local, tudo no pleno exercício da jurisdição e em atenção à legislação pertinente”, afirmou o juiz.


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