Em 30 de setembro de 2013 o Ministério Público Federal através da Procuradora da República, Luciana Furtado de Moraes, enviou e protocolizou o oficio nº 633/2013 na Câmara informando para o ex-presidente do Legislativo que o MPF tinha instaurado o Inquérito Civil Público nº 1.22.012.000053/2011-30 para apurar possíveis irregularidades na Concorrência Pública 01/2006, vinculada ao repasse do governo federal nº 0228576-74/2007, mas que segundo denúncias se estendeu da administração de Demétrius Arantes para de Vladimir Azevedo.
A procuradora no encaminhamento disse: “Considerando que a Câmara Municipal de Divinópolis é o órgão competente para apurar eventual prática de infração político-administrativa por parte do atual prefeito municipal, encaminho-lhe a documentação em anexo, protocolada nesta Procuradoria da República, para adoção das providências que julgar cabíveis” .
O vereador tucano que no exercício da presidência da Câmara sempre se pautou mais pelos interesses políticos partidários do Executivo que pertence ao seu partido (PSDB), que pelos interesses da população, respondeu com o seguinte teor: “Em atenção ao Oficio citado acima temos a esclarecer que está Presidência recebe as informações nos termos regimentais e ficará aguardando o término do inquérito e envio dos documentos exigidos pelo inciso I, do art. 5º do Decreto-Lei 201/67, para que demais providências sejam tomadas por esta Casa, uma vez que os documentos enviados à Câmara se resumem a um abaixo-assinado sem indicação dos fatos e elementos de prova. Quando teremos condições de avaliar possível infração do art. 4º do Decreto-Lei 201/67, e adotar todos os procedimentos cabíveis” concluiu o então presidente do Legislativo, Rodyson do Zé Milton.
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