O fogo cerrado em cima de Traumann, mesmo antes que ele assuma suas funções já começaram pelos representantes máximos do PiG. Segundo o 247, ele já foi criticado pela Folha de S. Paulo, de Otávio Frias Filho, por dois colunistas do sistema Globo, Gerson Camarotti e Cristiana Lobo, e pelo blogueiro Reinaldo Azevedo, de Veja.com.
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O site 247, que em apenas um ano cresceu vertiginosamente e se posicionou em quase todos os estados do Brasil, afirma que a primeira jornalista a demonstrar preocupação com a mudança, na Globonews, foi a colunista Cristiana Lôbo, que apontou uma suposta proximidade maior entre Traumann e dois jornalistas que comandarão a campanha da presidente Dilma à reeleição: João Santana e Franklin Martins (leia aqui sua coluna no G1). Também no sistema Globo de comunicação, Gerson Camarotti comentou que “ataques do PT” motivaram a saída de Helena Chagas (leia aqui). Ele também previu maior “enfrentamento” com a imprensa.
O fenômeno da internet, continuou dizendo que na Folha, de Otávio Frias Filho, a mudança foi anunciada como uma medida para “mudar a relação com a mídia”, destacando ainda o papel da Secom no gerenciamento dos recursos da publicidade governamental (leia aqui). E, em Veja, quem partiu para o ataque foi Reinaldo Azevedo, afirmando que o que está em jogo é a concessão de “mais dinheiro” ao que ele chama de “blogs sujos” (leia aqui).
O Brasil 247 finaliza ao afirmar que o novo Ministro da SECOM, curiosamente, Traumann teve passagens bem-sucedidas, como repórter e editor, pelos três veículos que decidiriam criticá-lo: Folha,
Veja e Época, que pertence à Globo. Como jornalista, construiu a reputação de um profissional moderado, equilibrado e sempre disposto a ouvir todos os lados envolvidos nas suas apurações. Como porta-voz da presidência da República, manteve relações construtivas com repórteres e editores de todos os veículos. Sobre o que fará na Secom, sua política de comunicação nem sequer foi anunciada, mas o fato é que as primeiras reações dos grupos Folha, Globo e Abril não deixam dúvidas: eles estão com medo. Isso faz sentido?
Veja e Época, que pertence à Globo. Como jornalista, construiu a reputação de um profissional moderado, equilibrado e sempre disposto a ouvir todos os lados envolvidos nas suas apurações. Como porta-voz da presidência da República, manteve relações construtivas com repórteres e editores de todos os veículos. Sobre o que fará na Secom, sua política de comunicação nem sequer foi anunciada, mas o fato é que as primeiras reações dos grupos Folha, Globo e Abril não deixam dúvidas: eles estão com medo. Isso faz sentido?
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