CHOQUE DE GESTÃO À LÁ TUCANO: Minas não gera emprego, e sim desemprego em agosto, segundo o CAGED

Publicado por: suporte

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FIASCO EM MINAS GERAIS
Com saldo negativo, Minas fica em último lugar na geração de novos empregos no mês de agosto

Minas Gerais fica na última colocação entre os Estados na criação de novas vagas no mercado de Trabalho

Governo tucano arrasa o Estado e Minas fica no negativo na criação de novos empregos em agosto

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A exemplo do que aconteceu em Divinópolis, a administração tucana do governador Antônio Anastasia está levando Minas Gerais para o buraco. Conforme mostraram os números divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho, através do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Estado ficou em 27º lugar, ou seja, a última colocação, na criação de novas vagas no mercado de trabalho em agosto.

O nível de emprego no Estado de Minas Gerais registrou uma queda de 1.714 empregos celetistas, equivalentes a uma redução de 0,04% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Tal resultado decorreu, preponderantemente, do decréscimo ocorrido no setor agropecuário (-13.742 postos, devido, principalmente, às atividades ligadas ao cultivo de café, que reduziram 11.816 postos), cujos saldos superaram o desempenho positivo dos Serviços (+6.165 postos), do Comércio (+3.997 postos) e da Indústria de Transformação (+1.791 postos).

Veja a classificação dos estados brasileiros na abertura de novas vagas, conforme divulgado pelo Ministério do Trabalho

BRASIL – 127.648 novas vagas, 0,32%

ESTADOS

1º – São Paulo – 39.564, 0,31%
2º – Paraná – 12.259, 0,46%
3º – Rio de Janeiro – 10.104, 0,27%
4º – Santa Catarina – 8.668, 0,44%
5º – Pernambuco – 7.387, 0,57%
6º – Rio Grande do Sul – 6.963, 0,26%
7º – Ceará 47.065 – 6.781, 0,59%
8º – Paraíba – 4.902, 1,31%
9º – Bahia – 3.955, 0,22%
10º – Maranhão – 3.535, 0,78%
11º – Espírito Santo – 3.236, 0,42%
12º – Rio Grande do Norte – 3.219, 0,77%
13º – Mato Grosso – 2.904, 0,46%
14º – Mato Grosso do Sul – 2.694, 0,53%
15º – Goiás – 2.675, 0,22%
16º – Amazonas – 2.099, 0,46%
17º – Pará – 2.012, 0,27%
18º – Sergipe – 1.236, 0,43%
19º – Alagoas – 1.127, 0,35%
20º – Piauí – 992, 0,36%
21º – Distrito Federal – 953, 0,12%
22º – Tocantins – 723, 0,45%
23º – Rondônia – 717, 0,28%
24º – Amapá – 367, 0,48%
25º – Roraima – 337, 0,73%
26º – Acre, -47, -0,06%
27º – Minas Gerais, -1.714, -0,04

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