“Ninguém hostilizou os médicos cubanos. As vaias que saíram foram direcionadas aos gestores.
Durante toda a manifestação, repetimos várias vezes que não estávamos ali para praticar violência, mas que não íamos aceitar que fosse utilizada a mão de obra escrava dos médicos cubanos”, disse.
O Dr. Vaia tem o direito de ser estúpido e idiota. Mas, por favor, não julgue as outras pessoas por si mesmo.
Todo mundo viu, está gravado.
E os cubanos que foram de chamados de “escravos”, se não foi no sentido pejorativo, em qual foi?
De negros?
E olha que “show” de civilização eles lhe deram, Dr. Vaia, não reagindo às ofensas, nem verbal e muito menos fisicamente.
E, olhando a foto, o senhor há de convir que saùde não falta ao “escravo no bom sentido”..
Ainda bem que eles só aprenderam, na primeira aula, expressões populares para sintomas clínicos, como “estar de peito cheio” e nunca de “espinhela caída”.
Porque o senhor mereceria era ouvir outras, bem tipicamente brasileiras.
Ou então ganhar um DVD do Django Livre, do Quentin Tarantino, para aprender o que é um escravo no bom sentido.
Por: Fernando Brito
TIJOLAÇO






