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Tatiana Fonseca Supervisora de Gestão de Pessoal do Hospital São João de Deus explicou que após a reunião relativamente tranqüila que ocorreu nesta última quarta-feira (14) com representantes do sindicato chegou-se a um entendimento. E a negociação final, segundo Tatiana, os servidores terão o reajuste de 7,21%, retroativo a abril, mas como já foi antecipado o índice de 6%, no próximo pagamento eles vão receber a diferença, ou seja, 1,21% mais o beneficio de mais R$ 10 reais ao que eles já ganhavam que era R$ 60 reais através de cesta básica. Então eles passam a ganhar R$ 70 reais em cartão para que possam comprar nos supermercados conveniados.
A gestora de pessoal do HSJD falou da legitimidade da greve, contudo agradeceu aos funcionários que entenderam o momento critico do hospital e não aderiram a greve. “A adesão foi pequena se compararmos a greve anterior que já tivemos no hospital em 2006”.
O Divinews entrou em contato com a presidente Denísia para ouvi-la sobre o assunto e obteve dela a confirmação de que o professor Leo Santos está dando deu uma consultoria na questão da malfadada greve.
Para quem não sabe Léo Santos, é aquele que foi “porta voz” dos estudantes na época das manifestações do #vemprarua, em que houve a invasão da Câmara que tinha como reivindicação principal a mudança de horário. Léo como negociador e mediador foi também um fiasco. De uma pauta de cinco itens nada foi conseguido, nenhum item não foi e nem vai ser atendido.
Agora, ele se virou para o SINDEESS como consultor e já fez o sindicato ser “derrotado”, pois afinal R$ 10 reais??? Através de um tal de MOV SAUDE, que se pressupõe ser a abreviação de Movimento Saúde. Só que o movimento é feito quase que exclusivamente por ele, e sem legitimidade jurídica constituída, já fez até denuncia no MPF contra o HSJD.
Varias pessoas que conhece Léo Santos no mercado dizem quase que a mesma coisa: “O moço quer aparecer, dar entrevistas. Quer, quem sabe, viabilizar seu nome para 2016 tentar ser candidato a vereador”. Léo Já foi funcionário da SEMUSA quando, segundo informações da sua chefia imediata, foi demitido “por incapacidade de gestão em planejamento”. A seguir virou-se para o lado da oposição procurando a ex-vereador Heloisa Cerri para municiá-la com informações da SEMUSA e “tentar prejudicar” a administração da ex-secretária de saúde Rosenilce Cherié, chegando a viajar para vários municipios em busca de “provas” de coisas erradas. Depois sumiu. E mais recentemente caiu de pára-quedas dentro do movimento #Vemprarua, sendo o “porta voz – interlocutor” dos jovens. Agora, sem mais nem menos apareceu no SINDEESS, através do MOV SAÚDE fazendo denúncias no MPF contra o HSJD, usando um relatório de um auditoria que foi feita pelo SUS. Que dá recomendações para que as irregularidades sejam sanadas.
“Aonde este menino quer chegar – Qual é a dele?”, muitos se perguntam.






