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Parcelas mensais
O parlamentar explicou que o valor das parcelas, logo no inicio do empréstimo passava R$ 1 milhão: “o desembolso mensal do hospital com o sistema bancário era de valores acima de R$ 1,2 milhão por mês, conseguimos reduzir para cerca de R$ 880 mil, por mês. Reduzindo a taxa de juros e alongando o perfil de 30, 36 meses, elevando para 60, 72 meses. Depois, a aproximadamente seis meses atrás, em meados do ano passado fizemos novamente uma nova renegociação. O pagamento mensal que era de R$ 880 mil reais, conseguimos reduzir para algo em torno de R$ 650 mil reais por mês, novamente alongando o perfil da dívida, também conseguindo uma nova carência. E agora estamos trabalhando em uma nova renegociação da dívida”.
A reunião desta segunda (01)
“Fomos à Caixa, acompanhado de autoridades, dos gestores do hospital, buscando mais uma vez um prazo de carência e um alongamento do perfil da dívida, num sentido de dar um folego para que o hospital possa fazer a sua reestruturação financeira. Ao mesmo tempo em que estamos buscando recursos no governo do Estado, no Governo Federal, enfim, buscando forma para que o hospital possa receber recursos para saldar os seus débitos financeiros, é necessário que tenha um prazo para essa reestruturação – Então a nossa negociação com a Caixa é nesse sentido, de reduzir as taxas de juros, reduzir as parcelas de desembolso mensal, conseguir novamente uma carência por um período, e o nosso desejo que pudesse ser uma carência de um ano. De tal forma que o hospital não corra o risco de fechar”.
Reunião com o secretário de Estado de Saúde (Fausto Pereira)
“Essa é uma das vertentes da negociação que vem complementar uma reunião que fizemos na segunda-feira da semana passada, que durou mais de quatro horas, com o secretário de Estado de Saúde, onde nós fomos buscar soluções para pagamento de parte da dívida do hospital. E saímos de lá com a solução que a secretaria irá aportar no HSJD, R$ 4,5 milhões e meio, em fevereiro, março, abril e maio, que representa metade da dívida com os médicos, para que eles não parem de trabalhar e possa também achar uma maneira de quitar a outra metade. Com a certeza também de que o Governo do Estado irá aportar mais R$ 17 milhões de reais, na forma de complementação de serviços dos SUS, fazendo com que o déficit mensal que se apresenta na prestação de serviço do SUS seja coberto com recursos do Estado e portanto o hospital possa funcionar sem esse déficit”.
Acelerador Linear, parado por falta da fiscalização de técnicos de CNEN
“Um prazo também suficiente para a gente coloque para funcionar o segundo acelerador linear do Hospital do Câncer, que trará uma receita adicional, entre R$ 300 e R$ 400 mil reais/mês. Isso vai fazer com que o Hospital do Câncer, mais a ACCOM, esse sistema oncológico, um braço do São João de Deus, possa render algo em torno de R$ 1 milhão de real, em saldo positivo mensalmente. Estamos trabalhando, conversando. Estamos agendando reunião no Ministério da Saúde, mas hoje já temos a certeza que parte daquele ambiente pessimista, já se reverteu”.
Ordem hospitaleira
“Os irmãos da irmandade São João de Deus, estavam ansiosos para sair da gestão do hospital, já recuaram, no sentido de dar um prazo adequado. Vão fazer uma transição mais serena, mais tranquila. A situação está saindo do quadro roxo ou vermelho que estava, é uma situação ainda difícil, que demanda uma atenção especial e bastante trabalho, mas já foge daquela situação que o hospital pode fechar a qualquer hora e não podemos admitir sequer essa ideia que o São João de Deus possa fechar”




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