O projeto, como sempre ocorre com os polêmicos, ficou escondido não entrou na pauta normal e ao final foi inserido na ordem do dia. Quase os mesmo vereadores que votaram contrário a sua aprovação votaram também contra a sua inserção. O único que votou diferente foi Marquinhos Clementino que votou para que o projeto não entrasse na ordem do dia e depois votou favoravelmente.
A alegação dos vereadores da base que votaram favoráveis, Marcos Vinicius, Eduardo Print Junior, Edimar Máximo e Edmar Rodrigues, Adilson Quadros, Rodrigo Kaboja, Piriquito Beleza, Nilmar Eustáquio e Marquinhos Clementino, alegam que as o dinheiro do empréstimo será usado, como consta no anexo, para dezenas de obras nos bairros Santa Lúcia, Centro, Belo Vale, São Sebastião, Capitão Silva, Santo Expedido, Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia e a reforma do quarteirão fechado da Rua São Paulo.
Os vereadores que votaram contra por não acreditarem que os recursos podem não ter o fim que está explicitado na justificativa do projeto foram os vereadores, Adair Otaviano, Anderson Saleme, Edilson Andrade e Hilton de Aguiar. Já outros que são da base,mas votaram contra, o motivo pode ser o tratamento diferenciado que estão tendo do Executivo, em não ver suas demandas serem atendidas, como foram os casos dos vereadores, Careca da Água Mineral, Dr. Delano, e Edimar Felix.
Houveram algumas discussões acaloradas, normal na votação de projetos desta natureza assim como o normal atropelamento do vereador Anderson Saleme pelo presidente da Casa, Rodyson do Zé Milton, que ao perceber jogos de sinais no plenário indicando que Anderson ou Adair iriam pedir sobrestamento, o presidente com a sua prerrogativa não deu a palavra pedida por Anderson e Edmilson e “EM VOTAÇÃO”.
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