Logo adiantando, esse empréstimo será aprovado, seja a reunião realizada às 14 às 16 ou 18 e até mesmo se fosse as 20 horas. Com público ou sem público, com manifestantes ou sem manifestantes. O prefeito, bem como os edis e o presidente da Câmara, não tem receio nenhum. Todas as forças, tanto as explícitas, quanto as implícitas, as aparentes e as forças ocultas do município estão do lado do lado do poder, sem retirar nenhum poder constituído. Tem uns que fazem jogo de cena, mas no fundo é apenas jogo. Como o entendimento sobre os fatos não é uma ciência exata. Tudo fica dentro da lei. O resto é “achometro” de uma oposição picuinhenta que resiste em legitimar um governo eleito com 32,% (trinta e dois, virgula alguma coisa, contabilizando os votos nulos e em branco).
Ah! Em tempo, essa mesma fonte afirmou que, quase com certeza, que mais dia, menos dia, o pagamento dos servidores vai atrasar. “Não tem dinheiro pra nada”, afirmou a fonte.
Daí a sangria desatada em vender imóveis do município. Até mesmo, dizem, metade de uma sede que ainda está em construção, Vendê-la o Diviprev (Instituto de Previdência dos servidores municipais). O negócio é “fazer dinheiro” a qualquer custo.
É! O academicista está bastante enrolado dando tiro para todos os lados. Sua sorte é que o governo para o qual ele trabalha é o PSDB que tem o apoio incondicional de todas as instituições do município. Não fosse isto…
Errata: na matéria anterior, falamos que o “desentendimento” do presidente da Câmara teria sido com o prefeito. O correto é dizer que foi com o chefe do prefeito, Antônio Faraco.






