O prefeito de Divinópolis em seu discurso reclamou da judicialização crescente na saúde e contou que a Frente Nacional de Prefeitos iniciou um movimento chamado “Cadê o Médico?” concluiu afirmando que no seu mandato anterior ele nomeou 17 médicos para os programas de atenção básica e ficou com apenas 1, pois 16 pediram exoneração.
O prefeito depois de reclamar mais dizendo que é necessário rever a tabela do SUS que faz muito tempo não é revista e com isto trás muitas dificuldades para a contratualização de serviços que são prestados, fez o pedido de 20 médicos do programa.
O Ministério da Saúde prevê que até o dia 18 de setembro todos os médicos do programa já estejam atuando no país.
O programa permite a vinda de profissionais estrangeiros e de brasileiros que se formaram no exterior sem a necessidade de revalidação do diploma. “A preferência absoluta é para médicos brasileiros, em segundo momento para os estrangeiros, mas colocando em prática um mecanismo muito cuidadoso, respeitando várias questões que serão mostradas”, afirmou Helvécio.
A medida provisória também institui a abertura de 11.447 vagas em faculdades de medicina até 2017 e, a partir de 2015, aumenta em dois anos a grade curricular das faculdades públicas e particulares de medicina, com formação voltada à atenção básica (1º ano) e setores de urgência e emergência (2º ano).
Nesse período, os alunos terão uma autorização temporária para o exercício da medicina, e ganharão uma bolsa para atender no Sistema Único de Saúde (SUS).
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Entendendo o “Divino Médico”
É que no programa do governo federal “Minha Casa Minha Vida” divinópolis foi o único municipio do Brasil que o alterou eleitoreiramente para “Divino Lar”.







