Segundo declaração de todos, já que eles se recusam em ter liderança ou qualquer porta-voz. O máximo que aceitam são mediadores em regime de rodízio, entre eles, a intenção e permanecer no local até que a decisão do presidente seja tomada.
Rodyson pediu 15 dias de prazo para os manifestantes. Uns acham que é muito tempo e que o objetivo do tempo pedido é uma estratégia de esfriar o movimento, por isso eles não querem se desmobilizar e vão continuar no local.
Entre as reivindicações da pauta do #vemprarua do dia 26 de junho, está a revisão da lei municipal 7.676 que dá super poderes ao prefeito que poderá por decreto tomar decisões, sem a necessidade de aprovação do Executivo.
Outra reivindicação que não depende da Câmara e somente do Poder Executivo é que a UPA da Ponte Funda que foi inaugurada em 5 de julho, mas que nunca funcionou, foi apenas uma inauguração eleitoreira, funcione.
Querem também que a tarifa do transporte urbano seja reduzida. Vale a pena lembrar que Araxá, assim como outras centenas de cidades no Brasil reduziram a tarifa como resultado da isenção que o governo federal deu nos impostos PIS/Cofins. E também essa reivindicação é de competência do Exmo. Prefeito Vladimir Azevedo.
E por último querem mexer no “delicado” contrato de concessão do tratamento do esgoto para a COPASA. Mais um item que é de competência do Prefeito, que segundo informações, não está na cidade.
Os manifestantes montaram um verdadeiro camping high tech no espaço GTO, tem até data show com telão para jogos e filmes, além de microondas e muitos notebooks. Estão dispostos a permanecer no local quanto tempo for necessário.
Quando foram questionados sobre a falta de estrutura da Câmara para eles passarem tanto tempo. Como é que eles iriam fazer para tomar banho. Um deles afirmou que “em guerra não se toma banho”.
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