Finalizando o ciclo. Para se constituir uma cidade é preciso ter casas, prédios com apartamentos, ruas, bairros e você. Logo, as necessidades básicas iniciais começam nesta seqüência.
A reforma política se faz necessário, mas enquanto ela não vem. É necessário tomar algumas providencias mais imediata e não ficar com a boca escancarada cheia de dentes, esperando a morte chegar. Ficar na teoria, pensando no êxtase que foi a histórica manifestação ocorrida em Divinópolis no último dia 19 de junho. Senão vira apenas poesia cívica. “Foi lindo não foi?”, “Nossa, o povo tem poder”, “Pô tinha mais de 10 mil pessoas”, “Queremos mudanças e vamos mudar”, “Fora Vladimir”, “Fora qualquer outra coisa”, “Abaixo aquilo, abaixo aquilo outro”. E DAÍ, O QUE FAZER AGORA?
Simples assim. FISCALIZAR todos os poderes, do Executivo, passando pelo Legislativo, chegando no Judiciário e no Ministério Público. E como fazer isto, sem a manipulação da mídia tradicional e até mesmo na internet. Até mesmo o Divinews, que é opinativo e tem opinião formada à esquerda, não finge que é imparcial como os demais que também tem lado e estão apoiando o atual prefeito. E nem tão pouco fica em cima do muro. Por que “EM CIMA DO MURO TEM QUE SER VOMITADO”.
Começando por aqui:
Existe em Divinópolis uma simbiose maléfica entre o Executivo e o Legislativo. E, vice versa. O Executivo tem a maioria dos vereadores em sua base e por isso este poder que deveria ser independente, é um mero referendador de todas as ações da Prefeitura. Isto é importante que você manifestante, que foi para as ruas protestou, se indignou, fique sabendo.
E como fiscalizar esses dois poderes? Simples. Todos os dias, entrem no DIARIO OFICIAL DO MUNICIPIO e na sessão de Busca digitem: “PREFEITURA MUNICIPAL DE DIVINÓPOLIS” e naveguem no arquivo que é aberto no formato .PDF
– Para saber quais projetos serão votados no dia da sessão, é obrigatório que a Câmara informa com 24 horas de antecedência, neste caso clique aqui: http://www.camaradiv.mg.gov.br/index.php/legislacao/pauta-da-sessao
Sabendo que, normalmente o Legislativo, combinado com o Executivo, em manobras políticas tem por hábito não colocar projetos polêmicos na pauta normalmente. Ele é incluindo no final da sessão. Quando os vereadores primeiramente votam por sua inclusão e depois votam o projeto.
Veja também os repasses do governo federal e do Estadual para o municipio
Repasse dos governo federal
– http://www3.tesouro.gov.br/estados_municipios/municipios_novosite.asp
EM ANDAMENTO…






