Diretor do SINTRAM repudia declarações do presidente da UED, Felipe Alveoli

Publicado por: suporte


Toró (Eduardo) discordou da declaração de Felipe Alveole e de Jean, diretores da UED – União dos Estudantes de Divinópolis,  de que o movimento estaria sendo manipulado por pessoas que desejam destruir a cidade e colocar em cheque a administração municipal. “É uma fala totalmente desconexa e imprópria de quem não está acompanhando o que acontece no movimento. Querendo trazer para o seu próprio umbigo, o prazer e a realização deste evento, querendo se apropriar da fala e do desejo do povo – Uma fala de quem não tem compromisso nem entendimento do que seja movimento popular”, afirmou o diretor do SINTRAM.


 Entrevista coletiva de Felippe
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Toró calculou que o movimento contou com a adesão de cerca de 30 mil pessoas, entre os que participaram diretamente e os que ficaram apenas nas calçadas. E disse ser impossível manipular a vontade dessa massa humana toda.

“A participação popular, mobilizada em prol de benefícios da cidade está claro na manifestação de todos. Não tivemos qualquer incidente registrado. Não tivemos avaria em qualquer órgão público ou particular – A população está se manifestando dentro do limite da legalidade no desejo de argüiu e inquirir o que vem acontecendo em Divinópolis – É um direito legitimo da população que tem que tem que ser valorizado e respeitado por qualquer um que fale em nome de entidades” finalizou Toró.

O repúdio do dirigente do SINTRAM deveu-se a declaração do presidente da União dos Estudantes de Divinópolis, Felipe Alveoli e Jean, outro membro da diretoria da UED.

“O que nós estamos vendo e que foi comprovado nas ruas de Divinópolis nesta noite é que o líder aqui é o povo. Este movimento está sendo controlado pelo povo. A voz do povo tem prevalecido apesar de qualquer bandeira e isto foi decretado desde o principio. Estamos aqui como membros da União dos Estudantes de Divinópolis, nós começamos a tentar organizar o negócio para conduzir a coisa pacífica. Entretanto, não dá para ir contra a vontade do povo”.

 Diretor do SINTRAM rebate
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Jean continuou com as explicações de Felipe: “O povo não tem noção do poder que tem dos direitos e deveres que tem para cumprir – Esse não é o foco do processo. A gente queria fazer justamente uma manifestação pacifica e um certo controle, foi feito desta forma. Não partiu da UED, nós simplesmente nos interamos do movimento. A nossa parte que era representar os estudantes e reivindicar os nosso direitos nós fizemos de forma pacifica até a praça do Santuário. .O pessoal que está aqui agora é o povo. É a voz do povo que está falando. Qualquer ação deles está totalmente desvinculada da União dos Estudantes de Divinópolis. Nós não temos nada com qualquer ação a partir de agora. Este não é o nosso movimento”.

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Um jornalista presente na coletiva perguntou se eles tinham noticias de algum tipo de ocorrência.
Jean respondeu: “Olha a gente sabe que tem organizações que pretendem invadir, pretendem quebrar a Prefeitura. O foco de muita gente é tirar o prefeito, mas não é isso que a gente quer. Qualquer coisa que acontecer não está partindo da gente – Agora que tem organização de fora da nossa cidade que estão querendo fazer isto – Já repassamos essas informações para a policia e colocamos isto nas redes sociais. A policia também já está ciente e a sociedade. A própria sociedade está se vinculando a isto, por que não tem noção do que eles querem”.

O Divinews então perguntou por que razão o movimento foi dividido, uma parte foi para a Praça do Santuário e outra foi para frente da Prefeitura?

“A parte que foi para o Santuário é a parte que queria fazer um protesto sem reivindicar seus direitos. O pessoal que está aqui é claro que tem muita gente de bem, mas tem muita gente que está aqui para causar o caos. Tem muita gente que veio com este intuito, isto já estava programado”.

Toró, o diretor do SINTRAM irritado com o que eles estavam falando perguntou em que eles estavam baseado para fazer tal afirmação.

A explicação foi prestada por Felipe Alveoli “Como cidadão de Divinópolis eu tentei junto com o pessoal da UED, que ainda está sendo estabelecida em Divinópolis. Nós iniciamos um protesto entre a gente, entretanto, o que aconteceu? Esse protesto tomou uma proporção muito maior. Nós queríamos nos resguardar a todo o momento, como instituição para não tomarmos partido, ou seja, não queríamos em momento algum contradizer….(Felipe ficou nervoso, colocou a mão na cabeça e encerrou a entrevista).

Resumo da ópera. Os dois jovens diretores da UED estavam visivelmente abalados emocionalmente e diante da pressão dos manifestantes que chegaram a vaiá-los por algumas vezes, perderam o controle não apenas da entrevista, mas da situação como um todo. Eles não esperavam que o movimento tomasse a dimensão que tomou com mais de 10 mil pessoas. Eles tentaram controlar, a incontrolável vontade popular de que quando o povo quer, ele quer e faz. Mas, quando não quer fica do jeito que está.

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