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Em 2009, no primeiro ano do primeiro mandato de Vladimir, o percentual aprovado pelos vereadores para a gastança sem comprovação foi de 8,85%, em 2010 subiu para 10% e assim permaneceu em 2011, já em 2012 e 2013 este percentual foi elevado para 15%.
Com um orçamento previsto para 2014 em mais de R$ 500 milhões, o Executivo quer elevar este percentual para 20%, correspondendo a R$ 100 milhões de reais, que o prefeito poderá usar sem ter que dar satisfação para ninguém. Muito menos para a Câmara. Que ele já não dá mesmo.
A Câmara de Divinópolis nesta legislatura atua apenas como um apêndice da Prefeitura. Tudo que chega é aprovado da forma e no tempo que o Executivo quiser.
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