O vereador Anderson Saleme ao anunciar a dissolução do Colégio de Líderes, logo no inicio da sessão ordinária foi bastante aplaudido, como um líder de um Poder, que em tese deveria ser independente, procedeu pelo menos por enquanto como um magistrado, por uma Câmara mais cheia que o habitual. E a seguir em seu pronunciamento disse: “a Casa estava com um movimento atípico nesta tarde de terça-feira (11), porque surgiu o boato de que seria votado um projeto que atenta contra o patrimônio. Eu quero dizer que fiquem tranqüilo, fiquem calmos por que não há o menor risco deste projeto ser votado nesta semana. Nós tomamos todas as medidas, atendendo o presidente Madeira, a todos que nos procuraram questionando a legalidade do acordo de líderes. Ele não estava conforme o Regimento Interno e por isso foi desfeito. Já sabemos que o parlamento funciona, com uma tensão muito grande. Nós queremos pedir ao povo de Divinópolis que participe mais das reuniões que venham conhecer os projetos. Não espere que o pior aconteça. É muito importante que o povo se manifeste e o povo que o povo esteja presente. Vejo aqui muitos lideres, vereadores eleitos”.
A seguir o vereador encerrando o assunto, em conseqüência das vaias iniciais direcionadas aos vereadores que assinaram o Colégio de Líderes, continuou seu pronunciamento: “Aqui é realmente a Casa do Povo, mas de um povo ordeiro, o povo que gosta de contribuir com a democracia. Nós sabemos que todos vocês que estão aqui hoje desempenham um papel importante. Se vocês estão aqui é por que tem um bom motivo. E o motivo é zelar pelo patrimônio da cidade. Todos são muito bem-vindos.
Mas, já no inicio da sessão plenária enquanto o presidente noticiava a suspensão do Colégio de Líderes, já nos bastidores a movimentação da constituição de um novo Colégio de Líderes.


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