O vereador Roberto Bento, que também é o presidente do seu partido PT do B. Esqueceu que tinha aderido, no passado, ao bloco da oposição e indevidamente assinou o acordo de criação do Colégio de Líderes e foi sua assinatura que acabou por atrapalhar. E o que fez Roberto Bento? Oficializou sua saída do bloco e voltou a assinar o Colégio de Líderes.
Ao ser questionado pelo Divinews por que assinou a criação do Colégio de Líderes, já que ele tinha sido oposição ao Prefeito Vladimir Azevedo como candidato a vice-prefeito na chapa do Partido dos Trabalhadores, ao lado de Beto Cury.
Roberto Bento, respondeu que assinar a constituição do Colégio de Líderes não significa que ele vai votar aprovando os projetos que fazem parte do acordo e que salva a cabeça do prefeito da forca do Tribunal de Contas.
Roberto Bento, dissimuladamente, se fez de tonto substimando a inteligência da população, já que para constituir o Colégio de Líderes sua assinatura foi fundamental, pois só é possível constituir com 2/3 dos partidos existentes na Câmara. E, como existem 10 partidos (PRB, PSDB, PSB,PR,PMDB, DEM, PSD,PT do B, PRTB,PV), dois terços equivalem a sete partidos que assinaram o acordo (PRB, PSDB, PR, DEM, PSD, PRTB e PT do B) ou simples assim 10 / 3 * 2 = 6.6666 ou seja 7 partidos. E Roberto Bento fez a diferença. Sem ele não teria Colégio de Líderes.
Segundo informações, a “reciprocidade” para o vereador Roberto Bento, que é funcionário de carreira e já passou pela Secretaria de Desenvolvimento no governo de Demetrius Arantes, é retornar para o mesmo lugar. Isto que é chamado de pragmatismo temporal.
Por esse motivo quando foi anunciado o nome de Roberto Bento para fazer seu pronunciamento, ocasião em que ele declinou do bloco que nem ele sabia que fazia parte. Recebeu uma solene vaia e foi chamado de traidor pelos cidadãos presentes no plenário.
Os petistas que bateram palmas para ele na campanha, balançavam a cabeça no plenário reprovando sua atitude.




.jpg)

