O diretor do Sintram, o médico Alberto Gigante, durante a paralisação dos servidores em conseqüência do decreto de contenção de despesas assinado pelo prefeito, colocou em pauta, lembrando aos servidores que a terceirização do serviço público de Divinópolis “está sendo feito totalmente fora das normas e que existe campo da legalidade para ser questionado – A terceirização da saúde e da educação é uma forma de tirar a responsabilidade do governo entregando o que é público para o privado e nós não podemos aceitar, porque como funcionários públicos nós temos a obrigação de defender um serviço com qualidade, que esta é a nossa responsabilidade com o povo – Nós temos que pegar essa luta e levar em frente, com a maior capacidade e maior emprenho”.
Gigante lembrou para os manifestantes o agendamento já existente de uma Assembléia Geral Extraordinária para o dia 14 de dezembro para iniciar a campanha de reajuste salarial para correção das perdas que a categoria teve nos últimos anos.
O médico Gigante, concluiu afirmando: “No dia 1º de janeiro devemos estar prontos para iniciar esta luta que vocês sabem que ela não vai ser fácil, mas que também nós não vamos deixar o galho torcer, nós vamos levar à frente e não vamos entregar esta luta”
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