Além de tais queixas, os diretores do sindicato, Alberto Gigante, Luciana Santos e Ivanete Ferreira, juntamente com a enfermeira Jussara Amaral, que representou o corpo de funcionários da Upa, solicitaram ação da Semusa, pois desde o dia 19 de dezembro de 2014, quando ocorreu a intervenção do Ministério Público na Santa Casa de Formiga – atual gestora da Upa – não houve manifestação pública da entidade sobre o fato ou orientação aos funcionários por nenhuma das partes.
A diretora secretária, Luciana Santos, destacou que é preciso medidas urgentes para corrigir essa total falta de diálogo e a troca de servidores experientes e treinados por recém-formados. “Isso está fazendo com que a qualidade do serviço despenque, além das mudanças prometidas do SIM- SAÚDE não terem saído do papel. O serviço oferecido hoje está de pior qualidade se comparado ao da UPA Central e os responsáveis pela gestão agem como se tudo estivesse normal. O Sintram quer mudanças na administração da UPA porque os servidores e a população estão sendo prejudicados”, declarou Luciana.
A representante da Semusa, Cristiane Joaquim, demonstrou surpresa com o volume de questionamentos e disse não ter conhecimento de tantos problemas. Segundo ela os diretores da UPA não repassaram a Semusa os questionamentos de encontro anterior do Sintram, momento esse no qual os diretores da UPA tiveram acesso a essas queixas. A diretora solicitou para ser acionada quando os servidores julgarem que os problemas não estão sendo devidamente enfrentados com medidas eficazes pelos gestores da UPA. Cristiane comprometeu-se ainda a agendar reunião com o Secretário de Saúde, David Maia D’Oliveira, ressaltando que, apesar da terceirização, a Prefeitura mantém a responsabilidade na condução da saúde pública do município e a UPA é uma unidade fundamental no processo.
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