Rogério afirmou que o governo de Minas vem fazendo empréstimos em cima de empréstimo piorando cada vez mais a situação financeira do estado. E, que este ano já foram realizados e aprovados empréstimos no valor de R$ 12 bilhões de reais.
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O deputado discorda da justificativa que o governador enviou para a Assembléia para aprovar o valor de R$ 3,48 bilhões. Rogério diz que a União disponibiliza para os estados que puderem e tiverem suas contas saneadas que façam empréstimos para aplicar na política de desenvolvimento. “Que não é o caso de Minas Gerais, que não se enquadra no perfil do programa nacional que disponibiliza recursos”, afirmou Rogério, diante do endividamento do estado.
Veja texto da matéria anterior publicado no Divinews
Minas Gerais quer empréstimo de R$ 3.48 bilhões de reais para atender interesses da União no aquecimento da economia
Nesta terça-feira (16) foi protocolado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) uma mensagem do governador Antônio Anastasia, solicitando uma autorização do Legislativo para que o estado faça uma divida de R$ 3,48 bilhões no Banco do Brasil – A autorização vai tramitar na Casa através do Projeto de Lei (PL) 3.491/12 em regime de urgência – Os recursos, segundo o projeto serão aplicados no PDMG (Programa de Desenvolvimento de Minas Gerais)
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De acordo com o projeto que aportou na Casa Legislativa nesta terça-feira (16), os recursos serão aplicados no Programa de Desenvolvimento de Minas Gerais (PDMG), especialmente nas ações definidas no Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), nas seguintes áreas: modernização da gestão; infraestrutura; infraestrutura rodoviária; mobilidade urbana; saneamento; habitação; cultura; turismo; esportes e juventude; e segurança.
O PL detalha as garantias e prevê que os recursos necessários ao pagamento do empréstimo serão consignados a cada ano, no Orçamento do Estado. Na exposição de motivos que acompanha o projeto, o governo afirma que a operação de crédito atende “aos interesses maiores da União”, já que é uma das medidas apresentadas pela presidente Dilma Rousseff para reaquecer a economia, diante da crise financeira global.
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