O vereador Antonio de Lisboa Paduano depois de 40 anos de vida pública e uma dezena de mandato tem se especializado nos últimos tempos a assinar documentos e depois retirar a assinatura. Fez isto no episódio da Mesa Diretora, quando assinou compromisso com o vereador Adair Otaviano (PMDB), avalizada pela matriarca da família Martins, Dona Maria, que viajou e pressionado pelo partido voltou atrás e retirou sua assinatura da chapa 2, que iria compor como secretário (Leia matéria sobre o assunto).
A mais recente “voltada” atrás foi quando assinou moção de repúdio contra o secretário adjunto de Desenvolvimento Comunitário, do governo Vladimir, Luiz Gonzaga Militão (leia também).
Vereadores começam a fazer chacota com a assinatura do vereador, disse um dos Edis, “é melhor colher a assinatura do Paduano com aquela tinta especial que apaga, para não ter que refazer os documentos, quando ele retira a assinatura”.
Só que nesta história recente da retirada de assinatura da Moção de Repúdio contra Militão, não foi apenas o vereador Paduano quem retirou o “jamegão” do papel, Geraldinho da Saúde do PR, do deputado federal Jaime Martins, também retirou, depois de receber, segundo as más línguas políticas, um telefone de um eminente Cachoeira que, é o pensador estratégico de Jaiminho.





