O vereador Antônio Paduano entrou na CPI como relator, depois de uma armação do Executivo, em que o vice-prefeito de Divinópolis, José Francisco Martins também presidente do PDT, propositalmente suspendeu o vereador o vereador Edson de Sousa do partido (PDT). Com isso Edson ficou sem partido e teve que sair da relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito que investigava o desvio de pedras poliédricas denunciada por Itamar de Oliveira, e que teve na ex-vereadora Heloisa Cerri (PV) a edil que solicitou a instalação da CPI e que atuou como membro.
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Ao final da CPI que, como era previsível, acabou em pizza, Heloisa Cerri se recusou a assinar o relatório final em que o relator Antônio Paduano concluía que dentro das oitivas nenhum dos envolvidos teria confirmado o desvio e que a denuncia era infundada. (TAMBÉM PUDERA, DANDO TOQUINHO E PUXANDO A CAMISA DOS DEPOENTES).
Paduano no final do ano de 2011 na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Divinópolis para 2012, também foi o protagonista de um episódio, quase pastelão para uma “parlamentar” com 10 mandatos. Assinou uma ficha de apoio à chapa do vereador Adair Otaviano (PMDB), em um compromisso assumido com a chefe do clã dos Martins, Dona Maria Martins. Depois pressionado pelos governistas (SEMPRE OS TUCANOS CAUSANDO ESTRAGOS PARA TODOS OS LADOS E PARA TODO MUNDO) mudou de idéia e fechou com o grupo adversário.
O nome do resumo da ópera protagonizada pelo enaltecido decano do parlamento divinopolitano, chama-se, TRAIÇÃO. E foi o próprio Chefe de Governo Antônio Faraco, segundo informações, quem entregou a ficha de desistência de apoio de Paduano à Chapa de Adair Otaviano (PMDB) baseado em uma decisão do seu partido, o DEM, que apoiou Anderson Saleme (PR), que acabou sendo eleito presidente naquele ano.
Depois de muitas tentativas, devido à falta de dados (posssivelmente falta de alimentação do banco de dados) no site da Câmara de Divinópolis no nome especifico de Antônio de Lisboa Paduano Pereira não conseguimos identificar nenhum tipo de matéria legislativa. É claro que isto é uma falha do sistema. Pois ao longo desses dez mandatos parlamentar é claro que ele fez dezenas de indicações, moções, requerimento, emenda, etc. Existem comentários que Paduano não criou foi muitos Projetos de Lei , segundo os buxixos na proporcionalidade número de mandatos versus Projeto de Lei apresentada é muito pouco, quase nada, insignificante. Aliado ao fato que o Edil sempre teve uma tendencia para ser governo e nunca oposição. Fiscalizar o Executivo ele também não o fez. Fica o registro positivo do tempo na vereança.





