O objetivo, como em São Paulo, o foco das investigações seriam os casos de torturas e desaparecimentos forçado em Divinópolis, no período da ditadura militar entre 1964 e 1985.
Em São Paulo a proposta ainda precisa ser aprovada em segunda votação em plenário antes de ser promulgada.
Em Divinópolis os cidadãos poderiam, por exemplo, ficar sabendo claramente, quem torturou o cidadão já falecido Celso Aquino, o ex-prefeito Aristides Salgado, sobre alguns assassinatos, como exemplo, Ivan Silva.
O Objetivo da Comissão da verdade de Divinópolis, como a Comissão da Verdade Nacional, infelizmente, pela Lei da Anistia brasileira, não seria punir, mas que a sociedade conheça os dois lados da moeda, os torturados e perseguidos a sociedade já conhece, mas não conhece os torturadores e os perseguidores. Isto é bom faz parte do resgate verdadeiro da história.
É sabido por uma pequena parte da sociedade que em Divinópolis existe um torturador conhecido, mas podem existir outros que estão literalmente aposentados, e os mais jovens, os estudantes precisam conhecer a história real sobre este período negro do país.
A exemplo de outras nações que não varreu a história para debaixo do tapete e sim encarou de frente e passou tudo a limpo, por mais dolorido que seja, acaba ficando o hiato. A Alemanha fez questão de mostrar que houve sim o extermínio de judeus e a partir do filme holocausto os jovens começaram a questionar e perguntar onde os pais, os avós estavam, o que fizeram. Na Argentina como não houve Lei da Anastia, como no Brasil os militares que praticaram crimes contra a humanidade foram julgados, condenados e presos.
Fica aí a sugestão um dos 13 vereadores da Câmara de Divinópolis, que sigam o exemplo da Câmara de São Paulo. A sociedade tem o direito de conhecer a verdadeira história.
| Vereadores aprovam criação da Comissão da Verdade paulistana
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira (3) projeto que cria a Comissão da Verdade paulistana. Continua depois da publicidade Ministro da Defesa diz que é contra revisão da Lei da Anistia O órgão deve auxiliar a comissão nacional (ainda não instalada) e a comissão estadual a apurar crimes contra os direitos humanos cometidos na capital paulista entre 1946 e 1988. Na prática, o foco das investigações serão os casos de tortura e desaparecimento forçado em São Paulo no período da ditadura militar, entre 1964-1985. A proposta ainda precisa ser aprovada em segunda votação em plenário antes de ser promulgada.
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