Na sessão plenária da Câmara de Divinópolis nesta quinta-feira estiveram presentes várias mães com seus bebes que foram pressionar os vereadores para que não votassem a Lei do Executivo concedendo a Licença Maternidade da forma como foi elaborada – Elas queriam que o Prefeito cumprisse a palavra dada e que a Lei fosse válida a partir de 1º de Março (2012) e não a partir da sua aprovação como está no texto enviado pelo Executivo
O grande impasse e que gerou bastante discussão no plenário era que a turma governista queria votar o Projeto de Lei Complementar do Jeito que o Executivo enviou e que deixa dúvidas de interpretação do inicio da validade da Lei.
As mães presentes queriam assegurar os seus direitos, pois do jeito que a lei EM-002/2012 estava redigida elas não seriam contempladas com a licença maternidade de 180 dias e sim 120 dias. Depois de alguns embates entre os vereadores governistas do PSDB ( Rodyson do Zé Milton e Beto Machado) com os outros vereadores, acentuadamente os de sempre, Heloisa e Edson.
Heloisa queria um pedido de vistas do Projeto de 7 dias para melhor analisá-lo e apresentar uma Emenda, na discussão parlamentar, o vereador Rodyson pediu pedido de vistas do Projeto até a próxima reunião. Venceu o menor prazo.
Rodyson do Zé Milton em um claro sinal de propaganda para o candidato da Chapa 2, Silvânio Alves, que disputada uma eleição no SINTRAM, disse que foi uma conquista também dele (Silvanio), que ele foi um grande lutador, que o Prefeito tenha enviado a Lei para ser votada.
Quando o projeto entrou em votação e durante a discussão, os bebês que já estavam no plenário desde as 14 horas, já estavam bastante “agoniados” no colo de suas mães. O vereador Pastor Paulo César chegou a pedir urgência na votação por esta razão.
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