Ao ser abordado pelo Divinews, o cidadão, Carlos Augusto de Morais, de 60 anos, dentista, segundo afirmou, em vias de aposentar, contou a sua historia com a justiça, mais precisamente com a Vara de Família, envolvendo o juiz José Antônio Maciel.
Carlos contou que há cerca de três anos, conheceu a mãe de sua filha no forro do Lar dos Idosos, na ocasião que trabalhava naquele local como voluntario. Tiveram um romance e ela, atualmente com 33 anos, ficou grávida.
O pai (Carlos) contou que deu toda assistência durante a gravidez, fez até plano de saúde (Unimed) e a sua filha nasceu no Hospital São Judas.
Após o nascimento da criança, eles então foram morar juntos. Ela conta (Através de uma folha que Carlos tirou cópia e entregou ao Divinews) que se separou de Carlos, pois ele estava batendo em seu outro filho de 9 anos, e, mesmo após a separação eles continuaram a se encontrar, até que Carlos voltou a bater em seu filho de 9 anos. Eles se separaram de vez e partiram para a briga na justiça.
Mas, Carlos contesta e diz que ela saiu de casa e foi morar com a mãe dela. Ele diz ainda que cuidava do outro filho dela com muito carinho, tanto é que ele o levava para o catecismo, contratou professor de violão para ele, e, chegou a comprar cota do Estrela só para o menino freqüentar o clube.
Disse ainda que, fez uma casa para a sua sogra, mas que a casa foi vendida. Ele começou a fazer uma segunda casa, mas ao exigir que o imóvel fosse colocado no nome da sua filha, a família se recusou, ele então parou a construção quando estava fazendo a laje.
A mãe da filha de Carlos (ainda na tal pagina xerocada ), fala que teve depressão por causa de dele e diz que ele concordava e a incentivava a se prostituir e que o casal freqüentava casas de swing. Ela diz também que, trabalha com bronzeamento artificial em sua própria residência e confessa que fazia programas em fins de semana alternados. “Quando saia para trabalhar a menina de 2 anos, filha de Carlos fica aos cuidados de uma sobrinha dela e o filho mais velho de 9 anos, geralmente, estava com o pai do menino”. Encerrando ela (mãe da menor em disputa na justiça) diz que brigou com a sua mãe, porque a sua mãe bateu na filha (a criança de 2 anos alvo da briga na Vara de Família)
Carlos, ao ser questionado pelo Divinews, se ele incentivava a prostituição da sua ex-namorada/esposa, ele negou veementemente, e, afirmou que ela inventa coisas. “Nesta fase é comum essas acusações, em outra ocasião ela chegou a falar que eu sou gay”, afirmou.
O pai da criança quer tornar tudo isto público, pois, segundo ele, foi muito ultrajado pelo Juiz, que recentemente, no dia 1º deste mês (novembro), teria dito outra frase. Quando ele apresentou um atestado de um famoso pediatra na cidade, atestando que sempre deu assistência a filha, comparecendo em todas as consultas. O juiz teria dito para ele: “pai que vai a todas as consulta de filho é desocupado”.
“Eu não sou vagabundo sou trabalhador e tenho um nome a zelar”, disse Carlos.
O que ele quer é ficar com a guarda da sua filha. Por que está mais do que provado, com a confissão da mãe de que se prostitui, que o ambiente não é nada saudável para o crescimento e desenvolvimento da criança.
Carlos, afirmou que, não tem como provar. Mas a própria mãe da criança, teria confessado para ele, que ela teria tido um relacionamento intimo com o juiz. “Daí ela estar se sentindo poderosa com a situação”, finalizou sua entrevista.
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FIM





