Vereador por motivo não muito claro quer ressuscitar defunto de R$ 200 mil reais sepultado no dia 15 de junho de 2011

Publicado por: suporte

Como em política o motivo de uma ação vem sempre em uma embalagem bonita e com um discurso cívico/patriota, mas no fundo, la no fundinho mesmo, os motivos, quase sempre na maioria das vezes, é pouco republicano. O que existe de verdade são jogadas políticas e puxadas de tapetes, tudo disfarçadinho, disfarçadinho. É preciso saber fazer interpretação e exercícios bem mais macros do que se apresenta. É aí que o cidadão, infelizmente, faz julgamentos equivocados.

Paduano disse que a sua cobrança de instalação da CPI se faz necessária porque as pessoas o têm abordado nas ruas falando sobre o assunto e querendo uma definição, e, que a imagem da Câmara ficou manchada com o episódio, respingando em todos os vereadores.

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Mesmo sendo louvável, ação do vereador, quando perguntado, mas porque depois de tanto tempo? Ele disse em entrevista aos jornalistas que cobrem as atividades do Legislativo, que o recesso parlamentar atrapalhou que ele cobrasse a mais tempo do presidente a instalação da CPI pedida no final de junho.

A história começou com o pronunciamento do vereador Beto Machado (PSDB) em 28 de abril, uma quinta-feira, que após ler as folhas mostradas a seguir, encaminhou o oficio 067/2011 ao presidente, vereador Paulo César (PRB) anexando a denúncia.

Seguindo a tramitação interna, o presidente da Câmara, vereador Paulo Cesar, encaminhou a denuncia de Beto Machado para o vereador Antônio Paduano, presidente da Comissão de Ética para que fosse apurado a “tal” pressão para votar o projeto de Lei CM-047/2010 (veja a seguir)

Na seqüência dos acontecimentos de apuração dos fatos, no último dia 15 de junho, a Comissão de Ética se reuniu pela primeira e também última vez e Beto diz para a Comissão que ratificava todo o teor da denúncia e diz entender que não competia a Comissão de Éticas investigar e sim uma CPI, uma vez que existe terceiros envolvidos que poderiam estar envolvidos (não vereadores).

A ata é encerrada com o denunciante (Beto) dizendo que formalizaria um pedido de CPI ao presidente da Câmara. A reunião foi encerrada (veja a seguir cópia da ata)

 

Logo a seguir no dia 22 de junho, a Consultoria Jurídica da Câmara, através da advogada Rozilene Bárbara Tavares, envia um memorando para o presidente da Comissão de Ética, vereador Paduano, sugerindo que seja instalada uma CPI e que os trabalhos da Comissão sejam suspensos até o encerramento e conclusão da Comissão Parlamentar de Inquérito. (veja abaixo)

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Neste mesmo dia, 22 de junho, A Comissão de Ética, envia oficio para a presidência da Câmara, solicitando que seja instaurada a CPI, assinada pelos vereadores, Antônio Paduano, como presidente, Rodyson do Zé Milton, como relator e Geraldinho da Saúde, como membro (veja a seguir)

 

Vejam agora os vídeos das argumentações do vereador denunciante, Beto Machado e do Presidente do Legislativo Paulo César.

Vereador Beto Machado (PSDB)
 

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