Que estranho esta conversa de pé de ouvido

Publicado por: suporte

Edson, definido como vereador extremamente polêmico e aguerrido na defesa de suas idéias e posições, é um político em tempo integral, 24 horas de plantão. Pode estar presente em qualquer tipo de festa ou evento seu assunto é o de sempre: política, política e mais política, quase sempre travestidos de filosóficas frases e metáforas.

Há momentos que algumas pessoas chegam a classificá-lo como inconveniente, chato mesmo. Mas, uma coisa é certa, ele não passa incólume, despercebido em qualquer lugar que vá, provoca, atrai, é magnético e ao mesmo tempo enigmático.

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Suas citações filosóficas, metáforas e frases de efeito, fazem a festa da imprensa que cobre a Câmara. Vai de um extremo ao outro com a maior naturalidade, sem piscar nem ficar vermelho. Mesmo em momentos adversos, quando tudo confabula contra, não perde a tenacidade e muito menos a fleuma de vereador extremamente controverso.

Não deixa nada por menos, qualquer deslize do orador quer em seções plenárias ou outros tipos de reuniões, principalmente quando envolve o executivo, é motivo para seus mordazes comentários, nem sempre pertinentes, às vezes por pura picuinha.

Quando muitos o têm como “morto politicamente”, ressurge ele das cinzas, dando uma quinada e um nó na política, criando fatos novos e às vezes perigosos para as estruturas estratégicas que supostamente estavam consolidadas.

Assim foi nas últimas eleições, quando Edson articula pra lá, articular pra cá, corre prá acolá, consegue emplacar José Francisco Martins (PDT) como vice de Vladimir Azevedo (PSDB), depois que a articulação já estava quase fechada com outro candidato à vice.
Aí reside uma das grandes mágoas de mister Edson, o não reconhecimento da importância de sua articulação..

Se vier a consolidação da filiação do Dr. Francisco Gonçalves, atual PPS e sua posterior candidatura a deputado federal pelo PDT, Edson com sua “estratégia concebida de suas profundas reflexões gestadas no âmago do seu ser”, terá dado um golpe de mestre e ao mesmo tempo um nó na política divinopolitana.

Uma pergunta se faz necessária: como estaria se sentindo o presidente do PDT, o vice-prefeito, José Francisco Martins com este “drible”? Continuará a merecer a confiança dos “técnicos”, Sargento Rodrigues e Manoel Costa, recuperando-se para o jogo de 2010?

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Porque este cochicho de pé de ouvido de Edson com Rodrigo Resende, assessor direto do deputado federal Jaime Martins? O que falavam? Sim, porque o cochicho era recíproco.

Embora a festa de comemoração dos três anos do Programa Campo & Negócio, do vereador-apresentador Fabiano Tolentino (PRTB), estivesse excelente bombando mesmo. Não era sobre isto que os dois falavam, com certeza. Então o que seria?

Sabe-se que o alvo predileto de Sousa, é o deputado Domingos Sávio, tal qual Lula (PT) é de Arthur Virgilio (PSDB). Assim sendo, qualquer confabulação que Edson seja o confabulador, o alvo principal é Domingos ou qualquer situação ou pessoas que esteja ao seu redor. Desconfia-se então, ser este um dos assuntos dos cochichos.

Tudo isso por causa de um inocente cochicho. Cochichar, todos cochicham. Dá até para conjugar o verbo. Uns dirão: que besteira, que elocubração desta matéria sem sentido. Mas isto não é uma matéria é um artigo!

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