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Chamo a atenção de todos para esses casos que estão se tornando mais frequentes.
As nossas autoridades, responsáveis pela formação de opniões da população deve ficar atenta para que casos como estes não aconteçam em nossa Divinópolis, tão pouco no nosso Estado.
Investir em sugurança dos funcionários e revisão das leis vigentes podem slavar vidas de profissionais em TODOS OS SETORES dos governos.
Política séria e não partidária deve fazer parte do dia-a-dia de todos.
Um ato impensado nosso, pode resultar no assassinato de um pai de família.
Segue abaixo o link da reportagem:
Abraço à todos.
VICTOR Rodrigo de Sousa Moreira
Agente Municipal de Trânsito
SECRETARIA MUNICIPAL DE TRÂNSITO E TRANSPORTES - SETTRANS
Gerência de Educação e Fiscalização de Trânsito – GEFT
Rua Espírito Santo, 257, Bairro Vila Belo Horizonte - Divinópolis / MG.
(37) 3222-1102 / R34 – [email protected] / [email protected]
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Leia a noticia publicada no blog transito em foco da cidade de Caetité no Rio Grande do Norte
O crime aconteceu por volta das 16h30 e, segundo informações de policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar, a vítima foi atingida por três tiros na cabeça e morreu no local.
O secretário de Trânsito e Transporte de Parnamirim, Antônio Batista Barros, disse que a vítima também trabalhava na unidade do Detran na Central do Cidadão daquela cidade localizada na Região Metropolitana.
Ele revelou que populares relataram ter visto três homens num veículo modelo Celta, cor prata, placa não identificada, chegarem ao local. Um deles desceu do carro, indo em direção ao agente de trânsito. Nesse momento, o homem teria dito “nunca mais” e, em seguida, atirou contra a vítima, que foi atingida três vezes na cabeça.
Informações extra-oficiais dão conta que o motivo do crime seria uma discussão entre o acusado e a vítima por causa de uma multa de trânsito aplicada anteriormente.
De acordo com o agente de trânsito Sérgio Ricardo, que estava com a vítima momentos antes do crime, ele e Kleidnes foram até o local para organizar o trânsito, uma vez que o trecho está interditado por conta de uma obra na via.
Sérgio disse que se afastou um pouco de Kelpson depois que chegaram ao local. Enquanto estava conversando com algumas pessoas, ele ouviu o primeiro disparo e se escondeu.
Policiais do 5º Batalhão foram acionados até o local e fizeram diligências pela região, mas não encontraram nem o veículo nem os suspeitos do crime.
Kleidnes Varela trabalhava há quatro anos como agente de trânsito, era casado e tinha duas filhas. A mulher dele estava num posto de gasolina, próximo ao local da execução. Abalada, ela não não deu nenhuma declaração.
O agente Souza, que também trabalhava no local, disse que viu os dois homens de perfil, mas muito rapidamente. Segundo ele, ambos aparentavam ter mais de 40 anos.






