Afirma ainda que o prefeito parece não saber o que é licitação, pois se soubesse não teria assinado um contrato no valor de R$ 6,5 milhões direto, sem processo licitatório, decretando estado de emergência .
Aproveita para questionar também sobre a contratação de uma empresa chamada Clorina, prestadora de serviços de manutenção em casas de máquinas do SAAE.
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Quer saber quais são os motivos para o prefeito proceder desta forma sem a realização de licitação publica.
Finaliza perguntando: “quem realmente está lucrando com essas prorrogações”
Nota: esta mesma denuncia está postada no blog do Cabrera
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