Segundo os fiscais, os infratores, já teriam sido avisados anteriormente, mas continuaram no delito, por isso aconteceu a apreensão.
O proprietário da mercadoria, Carlos Vicente Vieira, reclamou que houve a apreensão sem a emissão de nenhuma comprovação de tal, e que não recebeu nenhum documento, e como ele recuperaria sua mercadoria, qual vai ser o destino dela.
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Carlos, é de Sete Lagoas, sempre vem trabalhar aqui em Divinópolis e nunca teve este tipo de problema, finalizou constatando que o seu prejuízo foi de R$ 1.500 reais.
Os ficais advertiram que o vendedor que for flagrado em venda ilícita, terá sua mercadoria recolhida e o material entregue para a Secretaria de Meio Ambiente para destinação certa.
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