A estratégia é uma só, jogar pedra, criticar, criticar, criticar e jogar pedra em tudo que for feito, não importa se certo, se existiu boa intenção, para a oposição é sempre errado, mesmo certo, afinal “de boas intenções o inferno anda cheio”
Qualquer ação, qualquer projeto é suspeito, mas se não houver nenhum, é omissão, paralisia, acomodação.
Oposição procura sempre “pelo em casca de ovo”, mas se não tiver, coloca-se. Para os opositores, não existe boa intenção, existe malandragem da situação. Se as ruas têm buraco, a critica é porque tem buraco, se são asfaltadas, o asfalto é de péssima qualidade, alguém roubou, “vamos propor uma CPI” ou “vamos convocar uma audiência pública”
Se não tem sede própria: “é um absurdo o que se paga de aluguel!”, mas se falar em comprar. “tem golpe, é super-faturado, não vale isto tudo”, diz a oposição.
Oposição e situação, legislando em causa própria, adoram superlativos de superioridade ou de inferioridade: “Divinópolis é a cidade que menos paga aos médicos” ou “Divinópolis é a que tem mais problema de saúde”
Por que a oposição é oposição? Porque quer ser situação o mais rápido possível!
“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, pode ser.






