O objetivo é através das matérias, mandar recados da sua insatisfação com alguns negócios que possam estar pendentes ou que venham a emperrar em conseqüência da discordância e ações da oposição que não vêem com bons olhos a alta concentração de verbas “publicitárias, patrocínios e prestação de serviços “ investidos nas empresas do grupo, numa hegemonia que dura há anos.
No passado, o seu CPM (custo por mil/leitores), poderia até ser justificável, embora nunca houvesse comprovação técnica de sua real circulação. Hoje, segundo fontes de dentro da própria empresa, houve uma queda vertiginosa no número de assinantes e vendas em bancas, com isto a relação custo x investimento do setor público e também privado não condiz mais com a realidade.





