Depois de cinco meses de escalada dos preços, o álcool encalha nas bombas dos postos. A procura pelo derivado da cana-de-açúcar caiu tanto que, a cada 10 motoristas, somente um abastece com o álcool hidratado. A gasolina voltou a ser o combustível oficial na preferência do brasileiro. Nos últimos cinco meses, desde quando teve início a disparada dos preços, o álcool já ficou 31,3% mais caro.
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