Ele era acusado de ter envolvimento com o caso do gusa. De acordo com as investigações Rogerinho teria matado o corretor de imóveis Richardson Ferreira Pontes a pedido dos próprios empresários do setor. Na ocasião oito empresas do segmento siderúrgico na cidade eram suspeitas de sonegação fiscal. Os valores giravam em torno de 72 milhões de reais. Richardson era considerado um dos cabeças no esquema de falsificações de documentos. A defesa de Marco Tulio ainda pode recorrer da decisão.
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade





